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Rogério Marinho levanta questionamento ao STF

Rogério Marinho, líder da oposição no Senado, levanta questionamentos sobre a imparcialidade do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no tocante à investigação envolvendo Jair Bolsonaro. A declaração surge após autorização do magistrado para a operação desta quinta-feira, 8, que visou o ex-presidente e membros das Forças Armadas.

“Eu quero lembrar que este processo atual tem entre as principais peças a delação do ex-ajudante de ordens do presidente Bolsonaro Mauro Cid. De uma forma muito enfática o ministro Alexandre de Moraes alega que ele estaria sendo monitorado e que ele seria ao final aprisionado, caso houvesse o pretenso golpe de Estado. Qualquer estudante de Direito sabe que quem é vítima não pode investigar, não tem imparcialidade, não tem isenção pra estar à frente de um inquérito”, disse Rogério Marinho.

“Há um claro contorcionismo jurídico para coibir a oposição brasileira. Estamos extremamente preocupados e queremos que a Constituição seja cumprida. Por coincidência, o senador Humberto Costa, do PT , ingressa hoje com ação junto à PGR, pedido o cancelamento do registro do Partido Liberal. Então as peças parece que se encontram”.

Presente durante a coletiva, o senador Carlos Portinho (PL-RJ) complementou, diante de perguntas sobre suposta minuta golpista: “O que nós podemos afirmar é que o presidente Bolsonaro não autorizou golpe nenhum e nenhum golpe houve”.

Após a operação “Tempus Veritatis”, Marinho e outros membros da oposição se reuniram no Senado para discutir os desdobramentos da investigação sobre o ex-presidente. O líder da oposição destaca a importância de um processo imparcial, ressaltando que ninguém, incluindo Bolsonaro e Moraes, está acima da lei.

Senadores como Magno Malta, Carlos Portinho, Hamilton Mourão e Jorge Seif também participaram da coletiva, discutindo os desafios e implicações da operação.

Operação “Tempus Veritatis” Revela Suposta Tentativa de Golpe de Estado

A Polícia Federal conduziu a operação “Tempus Veritatis”, revelando uma suposta aliança entre políticos e militares visando um golpe de Estado e a abolição do Estado Democrático de Direito. As investigações apontam para a tentativa de manter Jair Bolsonaro no poder e questionar o resultado das eleições de 2022.

Além de Bolsonaro, outros alvos incluem o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e ex-membros do governo como Augusto Heleno, Walter Braga Netto e Anderson Torres. A operação resultou em prisões, cumprimento de mandados de busca e apreensão, e medidas cautelares contra os envolvidos.

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