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ABSURDO! Vergonhosamente, o Ministério da Saúde volta a submeter sua comunicação à ideologia de gênero

Vergonhosamente, o Ministério da Saúde volta a submeter sua comunicação à ideologia de gênero
Em novos materiais divulgados, o Ministério da Saúde volta a omitir “mulheres” na comunicação de programas voltados ao público feminino.

Para o Ministério da Saúde, são “pessoas” que menstruam.

O Ministério da Saúde submete novamente a sua comunicação à “Ideologia de Género” num vídeo do programa “Dignidade Menstrual”.
A prática dá sequência à polêmica iniciada no dia 18 deste mês, quando a pasta comandada pela socióloga Nísia Trindade, tratava a mãe como “pessoa que deu à luz”.

A MATRIA, associação que representa “mulheres, mães e trabalhadoras”, manifestou repúdio ao uso do termo “pessoa que deu à luz” pelo Ministério da Saúde. A entidade considera esta expressão um retrocesso na representação da identidade feminina e uma “desumanização” da mulher biológica.

Abaixo, a íntegra da nota publicada pela MATRIA:

“No dia 14/01/2024 o Ministério da Saúde voltou a publicar em suas redes sociais uma comunicação voltada às mulheres na qual se refere a nós com termos extremamente desumanizantes, como “pessoa que gesta” e “pessoa que deu à luz”.

Percebemos que existe uma adesão total do actual Governo a uma “cultura acordada” que privilegia as exigências masculinas e desumaniza as mulheres: já não somos consideradas seres humanos femininos mas sim uma “identidade”, uma “performance”, um conjunto de “ estereótipos” ou “intervenções estéticas” que poderiam ser adotadas por qualquer pessoa.

Para que esta ideologia se sustente é necessário dissociar a palavra mulher de tudo o que é exclusivo do sexo feminino, como menstruar, gestar, doar ou amamentar, ou ficaria claro que nenhuma pessoa do sexo masculino pode reivindicar para si o ” nomenclatura “mulher”.

E assim o Governo faz-nos regredir, em pleno século XXI, ao estatuto contra o qual lutamos há milénios: o de sermos vistos apenas como um corpo desprovido de cidadania, um “corpo que pára”, uma “pessoa com útero”, “quem menstrua”, “com vagina” ou qualquer outro termo desumanizante como os que o Governo tem vindo a adoptar através dos seus órgãos oficiais, sob o manto de um suposto progressismo.”

Jornal da Cidade

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