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Guerra ao Terror

Israel está devastando a Faixa de Gaza; palestinos devem abandonar Gaza em até 24 horas

A reação do poderoso exército de Israel está sendo impiedosa. Gaza está sendo varrida do mapa, como prometeu o primeiro ministro israelense, Benjamin Netanyahu, 73 anos.

E Israel ainda não atacou por terra, atrás dos terroristas que massacraram civis inocentes, no Sul de Israel.

O exército israelense emitiu um aviso, nesta quinta-feira (12), pedindo que os moradores da Cidade de Gaza deixem suas casas em direção ao sul da região em até 24 horas. A informação foi confirmada em um vídeo publicado em redes sociais das forças militares do país.

O porta-voz do exército afirmou que a “evacuação é para a própria segurança” dos habitantes da Faixa de Gaza e recomendou que as pessoas só voltem à Cidade de Gaza quando o governo israelense permitir.

Palestinos temem que a ordem seja um indicativo de que o exército israelense entre por terra em Gaza.

Pouco tempo antes do pronunciamento nas redes sociais do exército, a Organização das Nações Unidas (ONU) disse, em comunicado, que os militares israelenses avisaram que todos os palestinos na região norte da Faixa de Gaza, cerca de 1,1 milhão de pessoas, deveriam migrar para o sul.

No entanto, segundo as informações do exército, o alerta é apenas para a Cidade de Gaza, que conta com cerca de 677 mil habitantes.

Israel também afirmou que, nos próximos dias, as operações na Cidade de Gaza serão “significativas” e que os moradores da região não devem se aproximar ou tentar ultrapassar a fronteira.

Segundo a ONU, o comunicado foi enviado pouco antes da meia-noite no horário local. Assim, as 24 horas serão completadas às 18 horas desta sexta-feira (13), no horário de Brasília. A Organização afirmou que já transferiu seu centro de operações centrais para o sul de Gaza.

Salama Marouf, chefe do gabinete de comunicação do Hamas, disse à agência que o aviso é “propaganda falsa, com o objetivo de semear confusão entre os cidadãos e prejudicar a nossa coesão interna” e que orienta os cidadãos palestinos a “não se envolverem nestas tentativas”.

ANI/AFP/GNI/RNT

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