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Kimi Antonelli faz história, larga no fim do grid e vence o GP da Itália

Últimas atualizações em 06/09/2026 – 14:31 Por Redação GNI

Kimi Antonelli faz história, larga no fim do grid e vence o GP da Itália. Andrea Kimi Antonelli transformou o GP da Itália deste domingo em um capítulo histórico para o país.

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O piloto da Mercedes escalou o grid e ganhou 18 posições para seguir rumo à vitória, quebrando um jejum de 60 anos de pilotos italianos no Circuito de Monza. A façanha do jovem ganhou contornos dramáticos com uma ultrapassagem a três voltas do fim sobre George Russell, segundo colocado. Max Verstappen completou o pódio e Gabriel Bortoleto terminou em 11º.

Kimi começou a corrida em 19º lugar: ele trocou componentes de seu motor e foi punido com a perda de posições no grid inicial. Já na largada, ganhou seis colocações, aproveitando-se de uma interrupção ainda na volta 3 para saltar rumo à zona de pontuação. A partir daí, ele atravessou o pelotão para disputar a liderança com Russell nas voltas finais.

interrupção em questão não passou desapercebida, e foi motivo de drama para os italianos – ao menos, os torcedores da Ferrari: Charles Leclerc bateu na Parabolica justo na corrida caseira da escuderia, com presença do presidente John Elkann e tudo. Mas, o incidente não tirou o ritmo da prova, que seguiu frenética até a briga se concentrar nos pilotos da Mercedes até a manobra na volta 50.

Antonelli, com seus 20 anos recém-completados no fim de agosto, se tornou o primeiro piloto italiano a vencer em Monza nos últimos 60 anos: desde Ludovico Scarfiotti, em 1966. Ele também estabeleceu um novo recorde na etapa, tornando-se o piloto que venceu da posição mais distante no grid. O 19º deste domingo superou o 11º inicial do vencedor Peter Gethin, que ganhou a prova em 1971.

A F1 retorna já no próximo domingo, em 13 de setembro, com o GP da Espanha no inaugural Circuito Madring. A etapa será válida como a 14º do campeonato.

Léo Vilhena





 

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Léo Vilhena | Editor-Chefe da Rede GNI

Sobre o autor

Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


"Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.