A maior banda evangélica de todos os tempos: Rebanhão

Últimas atualizações em 27/12/2025 – 13:16 Por Redação GNI

Uma banda atemporal, única, corajosa, comprometida com a verdade do Evangelho, carismática, competente e extremamente talentosa. Esses adjetivos tornaram o Rebanhão a maior e melhor banda evangélica de todos os tempos.

Esse sucesso e essa relevância se deram pelo carisma e pela genialidade de seu fundador, Janires. Porém, a formação clássica e mais marcante transformou os chamados quatro meninos do Brasil na maior expressão cultural e musical cristã do país: Fernando Augusto – Tutuca, Pedrinho Braconnot, Paulinho Marotta e Carlinhos Félix.



A importância e a relevância histórica do Rebanhão vão muito além da música. A banda ocupa um lugar singular na cultura cristã brasileira por ter rompido barreiras em uma época em que a música evangélica ainda era vista com desconfiança e resistência, especialmente quando dialogava com sonoridades contemporâneas.

O Rebanhão tocou em espaços considerados profanos e marcou gerações ao levar a Palavra de Deus a lugares onde ninguém havia ousado antes. Um exemplo emblemático foram os dois shows históricos, com lotação máxima, no Canecão, considerado um templo sagrado da música popular brasileira

Desde o início, o Rebanhão ousou.

Trouxe para o cenário gospel elementos do rock, do pop e da música urbana sem abrir mão da mensagem cristã. Algo que hoje parece comum, mas que na época foi absolutamente revolucionário. Essa postura abriu caminho para inúmeras bandas e artistas que vieram depois, permitindo que a fé fosse expressa com autenticidade, linguagem atual e identidade própria.

A relevância do Rebanhão também está na profundidade de suas letras. Não se tratava apenas de louvor no sentido tradicional, mas de reflexão, questionamento e leitura crítica da realidade à luz do Evangelho. As músicas falavam de vida, sociedade, escolhas, dores e esperança. Por isso atravessaram gerações e continuam fazendo sentido mesmo décadas depois.

Outro ponto central é a excelência musical. O Rebanhão sempre contou com músicos de altíssimo nível, arranjos sofisticados e produção cuidadosa. Essa combinação mostrou que música cristã pode e deve ser bem feita, sem amadorismo, sem atalhos, com respeito ao ouvinte e à mensagem que carrega.

Historicamente, o Rebanhão ajudou a consolidar uma identidade musical cristã brasileira que dialoga com o mundo sem se render a ele. Influenciou ministérios, bandas, festivais e toda uma mentalidade artística dentro das igrejas. Mais do que uma banda, tornou se um movimento, uma referência e um marco.

Falar do Rebanhão é falar de coragem, visão e legado. É falar de um grupo que entendeu seu tempo, enfrentou críticas, resistiu aos modismos e deixou uma marca profunda na história da música cristã no Brasil.

Atualmente, de volta à estrada, a banda conta com uma nova formação: Pedro Braconnot, Carlinhos Felix, Paulinho Marotta, Pablo Chies e Bruno Martins.

O Rebanhão apresenta arranjos inovadores sem perder a essência sonora que conquistou corações ao longo de décadas. Unindo tradição e modernidade, o grupo utiliza tecnologia de ponta para comunicar a mensagem da fé por meio de boa música, com letras profundas que convidam à reflexão.

DE VOLTA A ESTRADA

Texto site oficial – https://rebanhao.com/o-rebanhao/ – O projeto “Rebanhão 35 Anos” é um revival histórico. O grupo foi responsável por uma verdadeira revolução musical na Igreja evangélica brasileira, levando a mensagem cristã para os ouvintes das novas gerações que se encontravam cada vez mais distantes dos púlpitos das igrejas. Lutando por esta causa, eles enfrentaram muitas críticas e a resistência de líderes que não aceitaram o novo estilo musical. Esta gravação dos 35 anos veio para marcar novamente outras gerações. É inevitável concluir que, sem a ousadia do Rebanhão, a música evangélica brasileira não teria alcançado o patamar que tem hoje.


Produção e texto @LeoVilhenaReal



ArtesArtigo de Opinião

Léo Vilhena | Editor-Chefe da Rede GNI

Sobre o autor

Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


"Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.

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