Xerife defende pena de morte para brasileiro suspeito de matar ex-mulher nos EUA

O xerife Bob Johnson, do condado de Santa Rosa, na Flórida, que investiga a morte da americana Cassie Carli, defendeu que o principal suspeito no caso, o brasileiro Marcus Spavenelo, receba a pena de morte pelo crime.

— Eu acho que ou (Spanevelo) vai passar o resto de sua vida na prisão ou ele vai tomar a agulha. Com sorte, a agulha — disse Bob Johnson, fazendo referência à injeção letal, um dos principais métodos para a pena de morte nos Estados Unidos.

O xerife também disse que Marcus Spavenelo não tem ajudado nas investigações desde o início:

— Ele está agindo como um saco de lixo. Nunca coopera conosco. Pense nisto:  a mãe do seu bebê está desaparecida e você não vai cooperar com as autoridades? Isso é meio revelador — disse Johnson em coletiva de imprensa.

O brasileiro Marcus Spavenelo, de 34 anos, foi preso neste sábado no Tennessee, nos Estados Unidos, por suspeita de envolvimento no desaparecimento e morte de sua ex-mulher, a americana Cassie Carli, de 37.

Ela tinha sido vista pela última vez em 27 de março, quando se encontrou com Spanevelo – pai de sua filha de 4 anos – no estacionamento de um restaurante de Navarre Beach, na Flórida.


 

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