Tragédia em Petrópolis: Pais tentam resgatar os corpos das filhas, uma bebê e uma adolescente

Passadas quase 12 horas do temporal que causou uma tragédia em Petrópolis, Região Serrana do Rio, e que até agora já causou a morte de 35 pessoas, segundo a Defesa Civil estadual, o cenário é de destruição e desespero de famílias que ainda procuram por parentes desaparecidos, entre eles, muitas crianças.

Nesta quarta-feira, uma mãe tentava encontrar a filha, de 17 anos, cavando com uma enxada nas mãos. A todo momento ela chamava pela jovem.

Em outro ponto da região, um pai gritava pelo nome a filha e tentava cavar com as mãos para tentar chegar até o ponto onde ele acredita que está a menina: “Ela está aqui, está aqui. Cadê a minha filha?”, dizia o homem, agachado, aos prantos, sobre destroços.

Na área em que Gisele Arcaminate, mãe da adolescente Maria Eduarda, faz as buscas pela filha há apenas familiares e amigos. Ela, que tem o nome da filha tatuado, a todo momento grita “Duda”, na esperança de uma resposta. Com uma enxada nas mãos, ela ajuda, junto com outros moradores voluntários, a tentar resgatar a jovem sob a lama.

— Um bebê sem respirar embaixo dessa lama — disse Gisele, sobre a menina de 1 ano desaparecida, filha de Bruno, durante o resgate.


 

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