Presidente Jair Bolsonaro sobrevoa áreas afetadas por chuvas em SP

presidente Jair Bolsonaro sobrevoou nesta terça-feira (1º) as áreas afetadas pelas chuvas nos últimos dias em São Paulo e disse que “faltou alguma visão de futuro” por parte de “quem construiu” residências nessas regiões.

Desde a última sexta-feira (28), as fortes chuvas provocaram um rastro de destruição em municípios de São Paulo e deixou pelo menos 24 mortos. Franco da Rocha foi a cidade mais afetada, com oito vítimas.

“Lamentamos as mortes. Sabemos que, muitas vezes, as pessoas constroem a sua residência por necessidade em um local que, 10, 20, 30 anos depois, o tempo leva a desastres”, afirmou o presidente.

Bolsonaro ressaltou que “a visão [aérea das áreas atingidas] é algo que nos marca”. “[Em] muitas áreas onde foram construídas residências, faltou obviamente alguma visão de futuro por parte de quem construiu. Bom como por necessidade também, as pessoas fazem nessas áreas de risco”.

O líder brasileiro sobrevoou a região ao lado dos seguintes ministros: Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura), João Roma (Cidadania), Luís Eduardo Ramos (Secretaria-Geral da Presidência da República), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia e Inovações), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e do secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas.

Logo depois, Bolsonaro se reuniu com prefeitos das cidades de Caieiras, Cajamar, Franco da Rocha, Mairiporã, Várzea Paulista e Francisco Morato, todas na região metropolitana de São Paulo, para debater possíveis medidas de assistência do governo federal.

O presidente se comprometeu a liberar verbas emergências, mas os valores não foram definidos. “No tocante ao montante [dinheiro que será destinado aos municípios], obviamente os prefeitos, alguns já tomaram providência, apresentam suas necessidades e nós aqui faremos todo o possível para atendê-los”, disse.

De acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, todos os prefeitos vão anunciar qual é a real necessidade de cada prefeitura.

“Trabalho sendo feito conforme legislação e necessidade.Acolhimento a desabrigados, trabalharmos em conjunto com estado, município, sociedade. Estaremos aqui nos próximos 15 dias falando sobre linhas de financiamento para obras de infraestrutura e vamos discutir obras de prevenção”, afirmou Marinho.

Segundo o último boletim da Defesa Civil, 24 pessoas morreram em todo o estado, sendo 10 menores de idade – oito crianças e dois adolescentes. Os temporais também deixaram bairros debaixo dïágua, centenas de famílias desabrigadas. Os bombeiros seguem na busca por 10 desaparecidos nesta terça. (ANSA)

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