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Novo vê blindagem em saída de Toffoli do caso Master sem julgamento de suspeição

Últimas atualizações em 13/02/2026 – 14:40 Por Gazeta do Povo | Feed


O líder do partido Novo na Câmara, deputado federal Marcel Van Hattem (Novo-RS), falou em nome da bancada para classificar a nota conjunta do Supremo Tribunal Federal (STF), que comunicou o afastamento do ministro Dias Toffoli do caso Master, como “blindagem institucional”.

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“Não há coerência em afirmar que tudo foi feito corretamente e, ao mesmo tempo, abrir mão da relatoria para redistribuição”, aponta a nota do partido, divulgada nesta sexta-feira (13).

O posicionamento do Supremo veio com o título “Nota oficial dos dez ministros do STF”, incomum nas comunicações da Corte. Reiterando, logo no início, que a declaração parte dos dez magistrados, o texto manifesta “apoio pessoal” a Toffoli e nega que haja suspeição ou impedimento. O caso Master é citado por meio dos números dos processos e, ao final, a troca do relator é atribuída a um pedido do próprio Toffoli. A conclusão narra que o gabinete da Presidência que “adotará as providências processuais necessárias” para extinguir o processo que pediu a suspeição “e para remessa dos autos ao novo Relator (sic).

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Para o Novo, “se não houve falha, não haveria motivo para recuo”. Tanto a defesa de Toffoli quanto a mudança da relatoria foram avaliadas, assim, como uma “tentativa explícita de abafar o caso.”

Na conclusão, a sigla estende a defesa do impeachment a outros ministros, sem citá-los nominalmente, alegando que a medida levaria à restauração da “credibilidade das instituições”, garantindo “que nenhum agente público esteja acima da lei”.

A Polícia Federal (PF) entrou no centro do conflito ao desbloquear o celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e constatar trocas de mensagens entre o relator e o investigado. Com isso, o órgão enviou suas conclusões ao presidente do Supremo, Edson Fachin. Em meio à repercussão, Toffoli emitiu nota chamando de “ilações” as conclusões dos investigadores e negando o poder da PF para pedir o afastamento.

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