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Maria Corina diz que voltará à Venezuela “em poucas semanas”

Últimas atualizações em 01/03/2026 – 19:27 Por AFP


A líder opositora venezuelana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, afirmou neste domingo (1º) que retornará à Venezuela “em poucas semanas” com o objetivo de impulsionar uma transição democrática “ordenada, sustentável e imparável”. A declaração foi feita em um vídeo divulgado em suas redes sociais durante sua estada nos Estados Unidos.

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No vídeo, Corina disse que sua missão será buscar um “grande acordo nacional” para restabelecer a governabilidade no país e preparar o terreno para “uma nova e gigantesca vitória eleitoral”. Segundo ela, esse retorno é também o desejo de centenas de milhares de venezuelanos exilados em todo o mundo.

Maria Corina criticou duramente o atual governo, acusando seus integrantes de perseguições, torturas, desaparecimentos, assassinatos e expropriações durante anos de administração autoritária. Ela argumenta que a transição democrática só será possível com unidade política e participação ampla da sociedade.

Durante sua estadia nos Estados Unidos, a líder oposicionista se reuniu com diversos atores políticos, incluindo o presidente americano, Donald Trump, o secretário de Estado, e legisladores, a quem apresentou sua visão para uma Venezuela democrática e estável.

Caminho de volta e contexto político

Maria Corina deixou a Venezuela em dezembro passado em uma viagem que a levou primeiro à Noruega para receber o Nobel da Paz e, mais recentemente, para os Estados Unidos. Sua saída ocorreu enquanto enfrentava ameaças de prisão no país.

O retorno planejado ocorre em um contexto de intensa mobilização política após a captura do então presidente Nicolás Maduro pelos Estados Unidos no início de janeiro — um evento que alterou profundamente o cenário político venezuelano e elevou as expectativas entre setores da oposição por mudanças estruturais.

Machado promete que sua volta será um marco para consolidar um processo de transição que respeite a vontade popular e pavimente o caminho para eleições livres e democráticas, colocando a questão venezuelana novamente no centro do debate internacional.

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