Mãe e filha de 5 anos sofrem queimaduras graves após churrasqueira explodir

Uma mulher de 26 anos e a filha dela, de 5 anos, estão internadas em estado grave após sofrerem queimaduras provocadas pela explosão de uma churrasqueira em Franca (SP).

Segundo a família, Lorrane da Silva Lopes Rodrigues e a criança foram atingidas pelas chamas na segunda-feira (15) depois que a jovem despejou álcool na churrasqueira do apartamento e ateou fogo nela.

Além de mãe e filha, o marido de Lorrane também estava no local, mas não foi atingido.

Resgate

De acordo com a família, as duas sofreram queimaduras de 3° grau pelo corpo. Elas foram socorridas e encaminhadas à Santa Casa de Franca. A criança foi transferida a um hospital especializado em queimados em Sorocaba (SP).

Após cinco dias internada em estado grave por causa de queimaduras causadas pela explosão de uma churrasqueira em Franca (SP), Lorrane da Silva Lopes Rodrigues, de 26 anos, foi transferida, neste sábado (20), para um hospital especializado em Sorocaba (SP).

De acordo com a irmã dela, Dayane da Silva Lopes, a transferência aconteceu na manhã deste sábado com apoio de uma UTI móvel da Santa Casa de Franca, onde ela estava internada.

Lorrane teve 37% do corpo queimados. Na segunda-feira (15), ela se preparava para fazer um churrasco com a filha e o marido no apartamento da família. Ela despejou álcool na churrasqueira que explodiu após a jovem atear fogo.

Com a explosão, ela e a criança, de 5 anos, foram atingidas pelas chamas. O marido não ficou ferido.

Ainda de acordo com Dayane, a jovem foi transferida para o Hospital Regional de Sorocaba, mesma unidade onde a filha está internada desde o acidente. Segundo a família, as duas apresentam quadro estável e respondem bem aos tratamentos.

“Agora ela vai ficar próximo da filha, estão no mesmo hospital. A família toda vai ficar aqui em Sorocaba. Elas estão estáveis, respondendo bem”, afirma.

Ainda não há previsão de alta, mas a família diz estar aliviada com o atendimento especializado que mãe e filha estão recebendo. Dayane acredita que a recuperação deve ser mais rápida.

“A gente está bem, está feliz, só não está tão feliz porque minha irmã ainda não saiu dessa situação. Mas, se Deus quiser, agora vai ter o suporte necessário e vai dar tudo certo”, diz.

Léo Vilhena, REDE GNI