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Lula, Alcolumbre e Motta se unem para seguir no poder em 2027

Últimas atualizações em 13/08/2026 – 17:55 Por Gazeta do Povo | Feed


A menos de dois meses das eleições e na véspera do início oficial da campanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os comandantes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), selaram um pacto pela preservação de seu poder.

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O arranjo de conveniência para buscar proteção contra ameaças vindas da esfera judicial, impulsionar projetos eleitorais e conter o avanço de rivais nas urnas convergiu para a pauta da reeleição de Lula, vista pelos chefes do Congresso como garantia de blindagem e influência futura.

A articulação foi instigada pela aflição comum com investidas da oposição e ações da Justiça. A mudança mais radical veio de Alcolumbre, que retomou o diálogo com Lula, interrompido em abril, quando o Senado barrou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF).

A reconciliação começou em uma reunião secreta no dia 4 de agosto. Em jantar de três horas na casa do ministro Alexandre de Moraes, do STF, petista e senador expuseram mágoas e saíram com avaliação de “jogo zerado”.