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Israel elimina novo comandante do Hamas em Gaza

Últimas atualizações em 16/05/2026 – 18:49 Por AFP


As Forças de Defesa de Israel (FDI) anunciaram neste sábado (16) que eliminaram Izz al-Din al-Haddad, apontado como o substituto de Mohammed Sinwar no comando do braço militar do Hamas na Faixa de Gaza. Segundo o governo israelense, Haddad foi morto em um ataque aéreo realizado na sexta-feira (15) na Cidade de Gaza, localizada no norte do enclave.

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Em comunicado divulgado nas redes sociais, as FDI afirmaram que Haddad era um dos últimos comandantes de alto escalão do Hamas ainda ativos e o classificaram como “um dos arquitetos” do ataque terrorista de 7 de outubro de 2023 contra Israel. De acordo com os militares israelenses, Haddad assumiu funções centrais dentro do grupo terrorista após a morte de Mohammed Sinwar – que antes de ser eliminado também chegou ao posto de líder máximo do Hamas – e estava trabalhando para reorganizar as capacidades militares do grupo terrorista palestino e no planejamento de novos ataques contra civis e tropas israelenses.

Segundo o jornal israelense The Times of Israel, Haddad era conhecido dentro do Hamas pelo apelido de “O Fantasma” e já tinha sobrevivido a diversas tentativas de assassinato. O veículo informou que ele liderava a Brigada do Hamas da Cidade de Gaza durante os ataques de outubro de 2023 e era considerado um dos últimos integrantes da cúpula militar envolvidos diretamente no planejamento do massacre contra civis israelenses.

O Hamas também confirmou a morte de Haddad neste sábado. Em nota divulgada pela emissora Al Jazeera, o grupo terrorista palestino acusou Israel de realizar um “assassinato traiçoeiro e covarde” e afirmou que o líder terrorista morreu ao lado da esposa, da filha e de outros civis palestinos durante um bombardeio no bairro de Remal, na Cidade de Gaza.

Israel também afirmou que Haddad esteve envolvido criação e manutenção dos cativeiros em Gaza onde os terroristas palestinos colocaram os civis sequestrados durante os ataques de outubro de 2023. As FDI disseram que o terrorista “gerenciava o sistema de cativeiro de reféns” e que, em alguns momentos, se cercava de civis sequestrados para dificultar operações israelenses contra ele.

O chefe do Estado-Maior israelense, tenente-general Eyal Zamir, classificou a morte do terrorista como um “sucesso operacional significativo”. Segundo comunicado divulgado pelos militares, Zamir afirmou que o nome de Haddad aparecia repetidamente em relatos de ex-reféns libertados pelo Hamas.

A morte do comandante ocorre em meio à continuidade das operações israelenses em Gaza, iniciadas após os ataques liderados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, quando cerca de 1,2 mil pessoas morreram em Israel e 251 foram sequestradas.

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