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EUA cancelam vistos por apoio a missões médicas de Cuba

Últimas atualizações em 03/06/2025 – 19:41 Por Gazeta do Povo | Feed

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou nesta terça-feira (3) a retirada dos vistos de vários funcionários de governos de países da América Central que colaboram com missões médicas do regime comunista de Cuba, embora não tenha revelado suas identidades.

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Em comunicado, o chefe da diplomacia americana afirmou que esses funcionários estão envolvidos na contratação de missões médicas cubanas em seus países, as quais, segundo o governo do presidente Donald Trump, constituem uma forma de trabalho forçado.

“O programa de exportação de mão de obra cubana abusa de seus participantes, enriquece o regime corrupto cubano e priva os cidadãos do país da assistência médica essencial de que tanto precisam”, declarou.

Segundo Rubio, com a implementação dessas restrições de visto, os EUA enviam “uma mensagem clara sobre seu compromisso com a promoção dos direitos humanos e o respeito aos direitos trabalhistas em todo o mundo”.

Rubio, de origem cubana, também pediu a outros países para adotarem medidas semelhantes.

Em fevereiro, os EUA já haviam ampliado a política de restrição de vistos contra pessoas que se beneficiam do que classifica como “exploração laboral” de trabalhadores cubanos no exterior, incluindo aqueles que participam da organização de missões médicas.

A ditadura de Cuba rejeitou categoricamente as acusações dos EUA, e defendeu seu programa, que classifica como “cooperação médica”. O programa atualmente é uma das principais fontes de divisas do regime comunista.

Líderes da Comunidade do Caribe (Caricom), cujos sistemas de saúde dependem em grande parte do pessoal médico cubano, defenderam a contratação desses profissionais e negaram que se trate de uma “forma de exploração”.

Da Redação

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