Em 5 anos, 42 pessoas morreram afogadas no Lago Paranoá

Cartão-postal de Brasília, o Lago Paranoá é uma das boas opções de lazer dos moradores da capital federal. No entanto, nos últimos anos, acidentes envolvendo banhistas e embarcações chamam a atenção para os perigos e cuidados no uso do curso d’água. Na semana passada, a morte de Deysivânia Costa do Rego de Paula, 36 anos, atingida pelas hélices de uma lancha depois de resgatar o filho que caiu na água, comoveu a cidade. Um dia depois, no domingo (30), um jovem de 17 anos se afogou.

Segundo os agentes de fiscalização, geralmente o abuso de bebidas alcoólicas, imprudência, embarcações superlotadas, com documentação vencida, falta de material de salvamento e as próprias características do Lago favorecem que acidentes aconteçam. Entre as ocorrências mais comuns estão afogamentos, incêndios em embarcações e colisões de barcos.

De acordo com balanço do Corpo de Bombeiros, nos últimos cinco anos, em 88 ocorrências, 42 pessoas morreram afogadas no Paranoá, o que corresponde a uma letalidade de 47,7%.

 

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