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Detalhes sobre o suspeito Cole Allen

Últimas atualizações em 27/04/2026 – 01:48 Por AFP


No último sábado (25), Cole Tomas Allen foi detido após tentar invadir o Washington Hilton durante um jantar oficial. Alvo de investigações, o suspeito é um engenheiro premiado que enviou um manifesto radical à família minutos antes do crime, revelando falhas de segurança e motivações ideológicas.

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Quem é o suspeito Cole Tomas Allen?

Cole Allen, de 31 anos, é um engenheiro mecânico e desenvolvedor de jogos que chegou a ser eleito ‘professor do mês’ no final de 2024. Apesar do currículo comum, ele demonstrava comportamento radical e criou um simulador de tiros. Ele foi preso em flagrante portando armas e facas antes de conseguir entrar no salão principal do hotel onde Donald Trump e outros altos funcionários do governo estavam reunidos.

O que dizia o manifesto enviado pelo agressor?

No documento de mais de mil palavras enviado à família, Allen se descreveu como um ‘Assassino Federal Amigável’. O texto tem um forte viés anticristão, questionando pilares da fé como a paciência diante da opressão. Ele também debochou da segurança do local, afirmando que a ‘incompetência’ dos agentes facilitou sua entrada no hotel com armas escondidas um dia antes do ataque.

Houve falha na segurança do Serviço Secreto?

Há um debate sobre isso. Allen conseguiu se hospedar no hotel com armas, mas as autoridades afirmam que o sistema de proteção em camadas funcionou, pois ele foi barrado no perímetro de segurança antes de alcançar os alvos. O hotel Washington Hilton é historicamente difícil de monitorar por ser um espaço público amplo; foi lá que o ex-presidente Ronald Reagan também sofreu um atentado em 1981.

Qual é a proposta de Trump para evitar novos incidentes?

O episódio impulsionou o projeto de Trump de construir um salão de festas de US$ 400 milhões dentro dos terrenos da Casa Branca. Chamado de ‘Bunker de Gala’, o espaço de 8.300 metros quadrados permitiria realizar eventos oficiais em uma instalação militarmente segura, eliminando a necessidade de usar hotéis públicos, onde a linha de sucessão presidencial fica mais vulnerável.

Como as teorias da conspiração reagiram ao caso?

Pouco após os disparos, o termo ‘encenado’ viralizou nas redes sociais, com centenas de milhares de publicações sugerindo que o ataque seria um teatro político. Trump rejeitou as alegações, chamando quem espalha essas teorias de ‘doentes’. Investigações confirmaram que problemas técnicos, como a queda de sinal de celular de uma jornalista, foram causados pelo local físico (porão do hotel) e não por censura governamental.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

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