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Como China e Rússia ajudam o Irã na guerra contra os EUA

Últimas atualizações em 02/05/2026 – 23:09 Por Gazeta do Povo | Feed


Regimes da China e da Rússia estão fornecendo inteligência estratégica e imagens de satélite em tempo real para o Irã. O apoio tecnológico permitiu que Teerã direcionasse ataques de drones e mísseis contra bases americanas e alvos israelenses no Oriente Médio com precisão inédita.

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Qual foi a tecnologia chinesa utilizada pelo Irã nos ataques recentes?

O regime iraniano utilizou o satélite espião chinês TEE-01B para realizar reconhecimento de precisão. Esse equipamento, operado pela Guarda Revolucionária Islâmica, consegue identificar objetos de até 50 centímetros no solo. Isso permitiu ao Irã monitorar alvos militares específicos na Arábia Saudita e na Jordânia, verificando danos antes e depois das explosões, com uma clareza dez vezes superior aos antigos equipamentos iranianos.

Como empresas civis chinesas estariam ajudando o regime islâmico?

Investigações apontam que empresas como a MizarVision divulgaram imagens de satélite de bases dos EUA nas redes sociais pouco antes de ataques ocorrerem. Essas imagens eram aprimoradas por inteligência artificial para detalhar aeronaves e sistemas de defesa. O Pentágono acredita que o Irã utilizou essas plataformas abertas como fonte de inteligência para priorizar onde lançar seus drones.

De que forma a Rússia contribuiu estrategicamente para o Irã?

Enquanto a China ofereceu imagens de alta resolução, a Rússia forneceu inteligência operacional e tática. O Kremlin compartilhou dados sobre a movimentação de tropas e navios de guerra americanos. Além disso, Moscou transferiu para o Irã as lições aprendidas na guerra da Ucrânia, ensinando aos operadores iranianos as melhores táticas para usar drones em bando e as altitudes ideais para evitar defesas aéreas.

Quais outros equipamentos militares a China avalia enviar?

Relatórios de inteligência indicam que Pequim considerou o envio de MANPADs — que são mísseis lançados do ombro capazes de derrubar aeronaves em baixa altitude. Há também planos para o fornecimento de radares avançados de tecnologia X-band. Esses radares são fundamentais para que o Irã consiga detectar com maior antecedência a chegada de drones e mísseis de cruzeiro inimigos.

O que dizem os governos envolvidos sobre essas acusações?

Tanto a China quanto a Rússia negam formalmente qualquer colaboração militar direta com o Irã neste conflito. O governo chinês classifica os relatos como difamações infundadas, enquanto o Kremlin afirma que não compartilha inteligência com Teerã. No entanto, analistas ocidentais e líderes como Volodymyr Zelensky veem as evidências vazadas com ceticismo em relação às negativas dos dois países.

Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.

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  • Como a Rússia e a China estão sendo “os olhos” do Irã na guerra contra os EUA

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