As Forças Armadas estão prontas para agir contra o STF

Leia com muita atenção esse artigo: As Forças Armadas estão prontas para agir contra o STF.

A experiência profissional me garante que, logo de saída, haverão três reações ao lerem esse título:

1 – Aqueles que não vão ler e pelo título vão chamar de ‘fake news’;

2 – Aqueles que vão ler e mesmo assim vão chamar de ‘fake news’ e

3 – Aqueles que vão ler, perceber que eu cito nomes e datas (com fotos) e vão acreditar na credibilidade da REDE GNI que desde 2013 trabalha para levar até você o melhor do jornalismo.

Eu não seria louco e muito menos irresponsável de citar nomes e datas de uma forma leviana. Eu estou citando a mais alta corte de nosso país e a instituição de maior credibilidade no cenário nacional, as Forças Armadas, além do Excelentíssimo Senhor Presidente Jair Messias Bolsonaro (PL).

Uma fonte segura me passou essas informações e inclusive tudo o que eu vou te contar os ministros do STF já tem vasto conhecimento dessas informações.

As Forças Armadas estão prontas para agir contra o STF.

Eu vou te explicar em detalhes:


A reação das Forças Armadas seria contra uma decisão do STF que pode acontecer a qualquer momento.

9 dos 11 ministros do STF estão decididos à derrubar o Indulto (Graça) concedido pelo Presidente Jair Messias Bolsonaro em favor do Deputado Daniel Silveira e um desses ministros está com a ‘caneta pronta’ para mandar prender o deputado.

Isso não é piada, é muito sério, eu vou repetir para que fique muito claro: 9 dos 11 ministros do STF estão decididos à derrubar o Indulto (Graça) concedido pelo Presidente Jair Messias Bolsonaro em favor do Deputado Daniel Silveira e um desses ministros está com a ‘caneta pronta’ para mandar prender o deputado. É uma informação de uma fonte segura, checada e validada.

Por causa dessa decisão de 9 ministros do STF, no dia 03/05 as 08h30 no Quartel General do Exército houve uma reunião do Presidente Jair Messias Bolsonaro com a presença de vários generais, e outros oficiais superiores da Marinha e Aeronáutica também estiverem presentes, inclusive com as participações do ex-ministro da Defesa Walter Braga Neto e Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, atual ministro da defesa e esses oficiais decidiram que se o Presidente Bolsonaro invocar o Artigo 142 da Constituição, os militares irão reestabelecer a lei e a ordem e afastar por 30 dias os 11 ministros do STF que estariam invadindo (derrubando) decisões do Executivo, o que é ilegal e inconstitucional. Existe a separação dos poderes no Brasil.


O presidente Jair Bolsonaro se reuniu com o ministro da Defesa e comandantes militares — Foto: Reprodução/Twitter
O presidente Jair Bolsonaro se reuniu com o ministro da Defesa e comandantes militares — Foto: Reprodução/Twitter

Art. 142 da Constituição | As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.


Essa decisão dos militares já chegou ao conhecimento do Presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e essa decisão dos militares foi o verdadeiro motivo da reunião no mesmo dia 03/05, que aconteceu por volta das 17h, convocada entre o presidente do Senado com o Presidente do STF, Luiz Fux. Os presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, se reuniram por cerca de 45 minutos.


O presidente do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, recebe em audiiência o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco
Foto de Fábio Rodrigues | Agência Brasil | 03/05

Após a reunião, publicamente Pacheco defendeu o diálogo entre os Poderes e afirmou que o Congresso pode discutir o aprimoramento das condições em que a graça pode ser decretada, mas não pode derrubar o decreto de Bolsonaro. Essa foi a declaração oficial repassada as órgãos de imprensa, mas às portas fechadas, o tema discutido foi como baixar a ‘temperatura’ entre o Executivo e o STF, incluindo na pauta a decisão dos militares e o ‘caso Daniel Silveira’.

Os militares decidiram que vão agir imediatamente caso o presidente Bolsonaro invoque o artigo 34 combinado com o artigo 142 da Constituição.

Essa decisão dos militares tem amparo na Constituição de 1988.


Essas são informações de uma fonte muito segura.

Reportagem de Léo Vilhena | Jornalista
Editor-Chefe da REDE GNI


 

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