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Aliado de Trump diz que Joesley Batista faz “jogo perigoso”

Últimas atualizações em 13/05/2026 – 22:37 Por AFP

O aliado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller, fez um “alerta” ao empresário Joesley Batista, dono da JBS, ao compartilhar um post no X sobre a notícia que afirma que o presidente Lula (PT) conversou com Trump, antes do encontro na semana passada, pelo telefone do empresário para destravar a visita aos EUA. Em publicação no X, Miller escreveu que Joesley está fazendo um “jogo perigoso”.

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“Joesley está jogando um jogo perigoso pra c… O pêndulo sempre volta… e o pêndulo nunca esquece”, escreveu Miller, ao compartilhar a notícia, revelada pela emissora CNN Brasil.

Segundo a informação, Lula e Trump conversaram em 30 de abril pelo celular de Joesley Batista. O telefonema teria ocorrido durante uma visita do empresário ao Palácio da Alvorada, sem a presença do chanceler Mauro Vieira ou de assessores da área internacional da Presidência da República. De acordo com a reportagem, Lula teria relatado a Joesley a dificuldade do governo brasileiro para marcar uma agenda com Trump. O dono da JBS então teria perguntado se poderia ligar diretamente ao republicano. Trump teria atendido a chamada no terceiro toque, e a conversa ajudou a destravar a organização da visita de Lula a Washington, que ocorreu na semana passada.

Questionado por jornalistas durante viagem a Nova York, Joesley evitou comentar o episódio.

A reunião entre Lula e Trump durou cerca de três horas e foi classificada pelo presidente americano como “muito boa” em publicação feita minutos após o fim do encontro na Truth Social. O presidente americano afirmou que os dois discutiram temas como comércio e tarifas, embora o encontro tenha terminado sem anúncios de acordos concretos.

A JBS, por meio da Pilgrim’s Pride, sua subsidiária nos Estados Unidos, foi a maior doadora empresarial para a cerimônia de posse de Trump em 2025, segundo a imprensa americana.

O alerta de Miller ocorre em um momento sensível para a JBS nos Estados Unidos. A empresa está entre as grandes processadoras de carne que atua em solo americano que estão sendo investigadas pela divisão antitruste do Departamento de Justiça, em uma apuração aberta após Trump acusar frigoríficos de combinação para manipular e elevar artificialmente os preços da carne bovina no país, o chamado “cartel da carne”.

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