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Como Trump acabou com as políticas woke no Exército dos EUA

Últimas atualizações em 28/08/2026 – 21:06 Por Gazeta do Povo | Feed


Desde seu retorno à Casa Branca, o presidente Donald Trump colocou o combate às políticas woke e aos programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) entre os principais objetivos de seu governo. Nas Forças Armadas americanas, não tem sido diferente.

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Logo após tomar posse, em janeiro de 2025, Trump assinou um decreto para eliminar das Forças Armadas o uso de critérios de raça ou sexo em políticas de recrutamento, seleção e promoção de militares, além de acabar com estruturas burocráticas relacionadas aos programas DEI no então Departamento de Defesa. A medida também determinou uma revisão interna das ações adotadas nos anos anteriores para favorecer essas políticas.

A mudança representou uma ruptura com o caminho que o Pentágono vinha tomando durante o governo do democrata Joe Biden. Em um relatório publicado em 2020, ainda no último ano do primeiro mandato de Trump, o chamado Conselho de Diversidade e Inclusão do departamento havia recomendado, entre outras medidas, a retirada de barreiras consideradas “prejudiciais à diversidade” e a incorporação do tema à formação de lideranças militares. As medidas do relatório foram aplicadas nas Forças Armadas durante a gestão democrata.

Durante a campanha presidencial de 2024, Trump já indicava que pretendia mudar essa orientação caso retornasse à Casa Branca. Naquela ocasião, ele defendeu que a função das Forças Armadas americanas era “ganhar guerras” e “não ser woke”, colocando o combate às políticas de diversidade nas Forças Armadas entre as mudanças que prometia levar à Casa Branca.