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STF institui versão turbinada de penduricalho a assessores criado pelo STJ

Últimas atualizações em 25/08/2026 – 09:45 Por Gazeta do Povo | Feed


O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu estender para seus assessores a Gratificação pelo Exercício de Atividades de Alta Complexidade, Técnica e Administrativa (GAACTA), benefício criado no Superior Tribunal de Justiça (STJ) em maio de 2026 que vem sendo incorporado a outros tribunais. O custo estimado, de acordo com o próprio Supremo, é de R$ 5,3 mil a 276 beneficiários, ou seja, R$ 17,5 milhões ao ano.

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A criação foi formalizada em uma resolução de 21 de agosto. Em nota (leia na íntegra ao final), a Corte afirmou que “segue modelo já adotado por outros Tribunais e Conselhos Superiores”. O ato normativo, no entanto, possui diferenças. Enquanto nos outros tribunais o valor é de 15% do salário, no Supremo o percentual chega a 22,5% para assessores do nível mais alto (CJ-4).

Por ser classificada como verba indenizatória, a GAACTA “não se incorpora à remuneração ou aos proventos e não constitui base de cálculo para fins previdenciários, tributários ou para a apuração de adicionais, gratificações ou outras vantagens”.

Desde que foi criada a GAACTA passou por um alargamento. Em maio, o STJ definiu que o pagamento era restrito a assessores em unidades com alto volume de processos ou em posições estratégicas e não integraria a base de cálculo do 13º.