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Centrão troca Presidência por bilhões em cadeiras no Congresso

Últimas atualizações em 08/08/2026 – 11:49 Por Gazeta do Povo | Feed

As campanhas das eleições de 2026 mal começaram e já alcançaram um recorde desde a redemocratização: o número de partidos que escolheram não apoiar candidatos de outras legendas à Presidência. Os representantes do Centrão, estrategicamente posicionados, esperam para ver quem vai levar a melhor nas urnas e como podem se beneficiar junto ao vencedor.

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Ao todo, são sete os partidos que optaram pela “neutralidade”: MDB, PP, União Brasil, Republicanos, Podemos, PSDB e Cidadania. Para entender por que isso é uma ruptura, e não uma repetição de padrão, é preciso olhar para trás.

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Do bloco de reação na Constituinte ao ineditismo de 2026

O termo Centrão nasceu na Assembleia Nacional Constituinte, entre 1987 e 1988, como bloco de reação: partidos de centro-direita se uniram para dar sustentação ao então presidente José Sarney e barrar propostas consideradas progressistas na nova Constituição.