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“Profunda gravidade”, diz professor da FGV sobre caso Lulinha

Últimas atualizações em 04/08/2026 – 14:18 Por Gazeta do Povo | Feed


No programa Última Análise desta segunda-feira (04), os comentaristas analisaram as investigações, de tráfico de influência e de suspeita de corrupção, envolvendo o filho do presidente Lula (PT), Fábio Luís Lula da Silva, também conhecido como “Lulinha”. Este parece contar com uma rede de proteção, envolvendo até a Polícia Federal (PF), que pode ter se mobilizado para tirar a relatoria do caso das mãos do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.

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A PF teria esperado o plantão de Alexandre de Moraes, na presidência do STF, para pedir um novos sorteio do caso, ignorando a prevenção de Mendonça, que já relatava casos relacionados. “É uma prática vergonhosa e nociva da PF que, aliás, partiu do próprio sistema de sorteio do STF. Como, quase sempre, Moraes era sorteado, tentaram novamente”, explica o ex-juiz de Direito Adriano Soares da Costa.

Para o jurista Enio Viterbo o caso revela uma “movimentação incomum” da PF. “Vale lembrar que o próprio Mendonça já tinha ameaçado, no passado, abrir um inquérito por obstrução de justiça, para tirar policiais federais”, ele recorda.

O caso Lula e ex-assessor

Em outra teia dos escândalos envolvendo o governo federal, um ex-chefe de gabinete de Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como “Marcola”, teria recebido pagamentos de milhares de reais vindos da empresária e lobista Roberta Lutsinger, amiga íntima do próprio Lulinha.