Flávio e Carlos Bolsonaro pedem para visitar Filipe Martins na prisão
Últimas atualizações em 31/07/2026 – 07:34 Por Gazeta do Povo | Feed
A defesa de Filipe Martins pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorize a visita do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e do ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) ao ex-assessor na prisão. Os pedidos foram protocolados nesta quinta-feira (30). Os advogados também solicitam aval para a visita do senador Magno Malta (PL-ES).
Flávio tornou-se alvo de uma restrição por Moraes e não pode visitar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), até a terça-feira após o primeiro turno das eleições, 13 de outubro. Depois disso, o magistrado fechou ainda mais o cerco e proibiu tudo o que pode ser considerado uma visita com “finalidade político-eleitoral”.
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Veja as últimas visitas a Filipe Martins
Filipe Martins cumpre sua pena de 21 anos na Casa de Custódia de Ponta Grossa (PR). Nesta terça-feira (28), a Polícia Penal do Paraná enviou ao ministro uma lista de todas as visitas ao ex-assessor nos últimos três meses:
- 12 de abril: Deputado federal André Fernandes (PL-CE);
- 19 de abril: Senadora Damares Alves (Republicanos-DF);
- 3 de maio: Senador Eduardo Girão (Novo-CE);
- 17 de maio: Deputado federal Filipe Barros (PL-PR);
- 24 de maio: Deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB);
- 5 de julho: Senador Sergio Moro (PL-PR);
- 12 de julho: Deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ).
O ofício também detalha as autoridades que obtiveram aval, mas faltaram à visita:
- 10 de maio: Deputado federal Evair de Melo (Republicanos-ES);
- 31 de maio: Deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC);
- 7 de junho: Deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG);
- 14 de junho: Deputado federal Rodrigo Valadares (PL-SE);
- 21 de junho: Senador Rogério Marinho (PL-RN);
- 28 de junho: ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema.
A execução da pena já foi palco de um atrito entre Moraes e as autoridades paranaenses. Após um princípio de rebelião, a Polícia Penal transferiu Martins ao Complexo Médico Penal do Paraná (CMP). O ministro reclamou de não ter sido avisado e mandou reverter a operação antes mesmo de chegarem as explicações que havia solicitado. Depois disso, houve o reforço na segurança do local e na cela do ex-assessor de Bolsonaro.
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