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Brasil perde para a França nos Estados Unidos

Mbappé e Ekitiké abrem vantagem para os franceses, que têm Upamecano expulso, e Bremer diminui para os brasileiros, mas sem conseguir mudar o resultado

Últimas atualizações em 26/03/2026 – 19:56 Por Redação GNI

A seleção brasileira comandada por Carlo Ancelotti perdeu mais uma, dessa vez para a França que jogou todo o segundo tempo com um jogador a menos. A seleção brasileira tem pífios 33,33% de aproveitamento com o italiano Ancelotti. 

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Atuando com um a mais desde os nove minutos do segundo tempo, o Brasil perdeu para a França, por 2 a 1, em Boston, nos Estados Unidos, no primeiro de dois amistosos desta Data Fifa de março.

Mbappé abriu o placar aos 31 minutos do primeiro tempo, com o companheiro Dembélé se aproveitando do erro de passe brasileiro, e Ekitiké ampliou aos 19 do segundo tempo.

Bremer, com a defesa modificada para a partida, até diminuiu o placar aos 32, em lance construído com Danilo, Casemiro e Luiz Henrique após cobrança de falta, mas sem conseguir mudar o resultado.

O Brasil enfrenta a Croácia em novo amistoso, o último desta Data Fifa de março, às 21h da terça-feira, em Cleveland, nos Estados Unidos. O estádio estava lotado, Brasil e França é o segundo maior público da história deste estádio: 66.713.

Léo Vilhena

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Léo Vilhena | Editor-Chefe da Rede GNI

Sobre o autor

Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


"Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.