Vasco vence o Palmeiras de virada em São Januário

Era o encontro do lanterna contra o líder. Vasco venceu e não é mais o lanterna. Palmeiras perdeu e não é mais o líder.

Últimas atualizações em 12/03/2026 – 22:03 Por Redação GNI

Uma estreia gigantesca de Renato Gaúcho em 2026. No primeiro tempo, o Vasco não jogou nada. Alguns jogadores estavam muito mal em campo. O Palmeiras se aproveitou e, com um golaço do argentino Flaco López, foi para o intervalo em vantagem, sob vaias pesadas em São Januário.

Renato Gaúcho mexeu na equipe e a mágica aconteceu. Era outro time da Barreira. Pegador, vibrante, mortal nos contra ataques, guerreiro, alegre e gigantesco. Um Vasco com alma, com raça e com a identidade que sua torcida tanto reconhece.

Vasco 2 a 1. Porque o Vasco é o time da virada. Os gols foram de Thiago Mendes e Cuiabano. Depois de quase 12 anos sem vencer o Palmeiras, sob o comando do ex-atacante Renato Gaúcho, o Vasco mostrou a verdadeira cara do clube. E a torcida? Enlouqueceu, transformando São Januário em um caldeirão de emoção. A torcida explodiu. O último resultado positivo havia sido no Brasileirão de 2015 – na ocasião, um 2 a 0 no Allianz Parque. Neste intervalo, foram 10 derrotas e quatro empates com o Palmeiras.

Com a gigantesca vitória, o Vasco disparou na tabela e saiu da lanterna para a 15ª colocação do Brasileirão, com quatro pontos. Agora terá pela frente o Cruzeiro, agora na lanterna, no próximo domingo, no Mineirão, em mais um duelo que promete fortes emoções.

Já o Palmeiras viu o São Paulo vencer a Chapecoense e assumir o topo da tabela. O Verdão agora é o segundo colocado, com dez pontos. No domingo, volta ao Allianz Parque para receber o Mirassol, às 18h30.

Depois dessa noite mágica e gigantesca, acredito que meu amigo Simão e sua esposa irão dormir felizes. E com razão. Porque noites assim fazem o futebol lembrar por que ele é paixão nacional.

Vasco 2 a 1.

Léo Vilhena

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Léo Vilhena | Editor-Chefe da Rede GNI

Sobre o autor

Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


"Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.