Síndico do prédio onde corretora desapareceu em Caldas Novas é preso

Segundo o delegado, Cléber Rosa de Oliveira e seu filho foram presos na madrugada desta quarta-feira (28). O corpo da corretora foi encontrado após mais de um mês de desaparecimento.

Últimas atualizações em 28/01/2026 – 10:54 Por Redação GNI

O síndico Cléber Rosa de Oliveira e seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos pela Polícia Civil nesta quarta-feira (28) suspeitos do homicídio da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, que desapareceu em dezembro do ano passado, em Caldas Novas, no sul de Goiás.

Além deles, o porteiro foi encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos. De acordo com o delegado Pedromar Augusto de Souza, o corpo da corretora foi encontrado.

A reportagem entrou em contato com a defesa do síndico, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem. O nome do porteiro não foi divulgado.

Segundo o delegado, Cléber e seu filho foram presos em investigação do crime de homicídio. O porteiro do prédio foi conduzido para a delegacia para prestar esclarecimentos sobre o crime de condução coercitiva.

De acordo com apuração da TV Anhanguera, o corpo foi encontrado em estado de ossada. Em conversa com a polícia, o síndico teria dito que agiu sozinho no momento e que discutiu com a corretora no subsolo do prédio.

O caso teve início em 17 de dezembro de 2025, quando a corretora foi vista entrando no elevador, passando pela portaria para falar com o recepcionista e depois retornando ao elevador, descendo para o subsolo. A partir daí, ela não foi mais vista.

A polícia ainda não divulgou se as prisões são preventivas ou temporárias e nem o que pai, filho e porteiro teriam dito em depoimento.

Desapareceu no subsolo

Daiane é natural de Uberlândia (MG), mas morava em Caldas Novas há dois anos, onde administrava apartamentos da família naquele condomínio. No noite em que desapareceu, Daiane enviou um vídeo para uma amiga dizendo que a energia de seu apartamento havia sido desligada.

Segundo a família, as quedas de energia eram frequentes e provocadas propositalmente.

“Era normal aqui a gente passar por esse tipo de problema [falta de energia] então, a gente já se prevenia gravando o que estivesse acontecendo”, disse Nilse sobre o motivo da gravação.

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