Nikolas Ferreira pressiona Alcolumbre a pautar impeachment de Toffoli
Últimas atualizações em 12/02/2026 – 19:30 Por Redação GNI
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) utilizou suas redes sociais para pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) a pautar o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli.
“Inacreditável como todo mundo está vendo os escândalos do Master, menos o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, Já passou da hora de abrir o impeachment do Toffoli. Acorda, Senado!”, afirmou Nikolas.
Inacreditável como todo mundo está vendo os escândalos do Master, menos o presidente do Senado, @davialcolumbre. Já passou da hora de abrir o impeachment do Toffoli. Acorda, Senado!
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) February 12, 2026
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Toffoli confunde artigos de lei em nota sobre suspeição
Após conseguir acessar o celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, a Polícia Federal (PF) enviou ao presidente da Corte, Edson Fachin, um relatório defendendo a suspeição de Toffoli, por encontrar trocas de mensagens entre o ministro e o banqueiro.
A informação foi divulgada pelo portal Uol, e o ministro emitiu nota logo em seguida, confirmando-a: “O gabinete do Ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte.”
O artigo que trata da regra citada por Toffoli, no entanto, não é o 145, mas o artigo 146. A advogada Anne Dias explica que o artigo citado erroneamente por Toffoli, na verdade, trata justamente das hipóteses que podem torná-lo suspeito. O pedido, segundo ela, poderia ser feito, agora, pela Procuradoria-Geral da República, que é a parte acusadora na ação. Nesse caso, havendo negativa de Toffoli, o plenário julgaria a parcialidade, sob relatoria do presidente.
Nesta quinta-feira, o ministro emitiu nova nota. Nela, admite que é sócio da Maridt, que integrou o grupo do resort Tayayá até fevereiro de 2025. O texto, no entanto, evoca a Lei Orgânica da Magistratura para argumentar que “o magistrado pode integrar o quadro societário de empresas e dela receber dividendos, sendo-lhe apenas vedado praticar atos de gestão na qualidade de administrador.” Ao final, ele alega que “jamais recebeu qualquer valor de Daniel Vorcaro ou de seu cunhado Fabiano Zettel.”
Gazeta do Povo
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