“Moraes, o Brasil não tem medo de você”, diz Nikolas ao fim da Caminhada
Últimas atualizações em 25/01/2026 – 15:14 Por Gazeta do Povo | Feed
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que liderou a Caminhada pela Liberdade, intimou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante seu discurso ao final da manifestação. O protesto, que terminou em Brasília após quase uma semana de mobilização, reuniu milhares de pessoas.
“Alexandre de Moraes, o Brasil não tem medo de você”, disparou o parlamentar do alto do carro de som.
Pouco depois, ele emendou afirmando que “estava desesperançoso” por acreditar que “nunca mais veria manifestações em Brasília”. “Mas, eu tenho certeza de que essa foi a maior caminhada da história desse país”, completou.
“Estamos aqui acima de tudo para poder despertar o país. Estamos em um pesadelo terrível. Não conseguimos mais viver nesse país”, seguiu o parlamentar.
A manifestação terminou na Praça do Cruzeiro, no plano-piloto de Brasília, sob uma forte chuva e um incidente causado pela queda de um raio por causa da estrutura metálica de segurança montada no local. Pelo menos 30 pessoas ficaram feridas e 13 encaminhadas a hospitais da capital.
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Um pouco mais cedo, durante a concentração após a caminhada, Nikolas Ferreira afirmou que o objetivo da mobilização foi alertar a população sobre denúncias envolvendo autoridades e cobrar mudanças no país.
“Quero despertar as pessoas para o que está acontecendo. Hoje, temos o escândalo do Banco Master, um escândalo bilionário envolvendo esposa de ministro, como a do Alexandre de Moraes. Nós temos o escândalo do INSS, mesadinha para o filho do Lula”, disse.
O deputado também associou as denúncias à precariedade de serviços públicos. “As pessoas são roubadas, não têm a saúde que merecem, não têm a educação que merecem. Então nós vamos pra cima, vamos mudar esse país. Estou muito grato a Deus porque o Brasil acordou”, declarou.
Nikolas comentou ainda o uso de um colete com identificação de prova de balas durante o trajeto. Segundo ele, a medida foi adotada por orientação da segurança institucional.
“A questão do colante da prova de balas foi uma orientação da própria PLF [Polícia Legislativa Federal], porque as ameaças surgiram e começaram a aumentar. Eu estou representando a minha vida e nós estamos usando”, afirmou.
Mais informações em instantes.
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