As imagens mostram que mulher morta em Minnesota tentou atropelar agentes federais

O agente Jonathan Ross disparou três tiros, em legítima defesa

Últimas atualizações em 14/01/2026 – 04:55 Por Redação GNI

Uma análise acurada dos vídeos demonstra, de forma nítida, que Renee se negou a obedecer à abordagem e avançou com o veículo contra os agentes federais, colocando em risco direto a integridade da equipe durante a ação. Esse comportamento é central para a compreensão da reação adotada pelos agentes no momento da ocorrência.

Na última quarta feira, dia 9, o agente federal Jonathan Ross efetuou três disparos contra Renee Nicole Good, que tentou fugir de uma abordagem após jogar o carro em direção ao agente. Renee era casada com outra mulher, mãe de três filhos e havia acabado de se mudar para a cidade.

Uma investigação foi aberta para apurar se Renee Nicole Good e sua esposa possuem alguma relação direta com grupos extremistas envolvidos em manifestações violentas contra agentes federais de imigração.

O governo Trump acusa Renee de ter tentado atropelar e matar um dos agentes do ICE durante a abordagem. Autoridades locais e vídeos do incidente mostram como a ação ocorreu.

Um dos vídeos registra a mulher discutindo com os agentes e se recusando a descer do carro. Momentos depois, ela tenta deixar o local com o veículo, avançando em direção aos agentes federais.

Outro vídeo mostra que o agente, ao tentar impedir a fuga, posicionou se à frente do veículo de Renee e efetuou os disparos no momento em que o carro começou a avançar em sua direção.

O caso segue sob análise das autoridades competentes e tem gerado forte repercussão pública, especialmente pelo uso da força letal e pelas versões conflitantes apresentadas até o momento.

Léo Vilhena

Léo Vilhena | Editor-Chefe da Rede GNI

Sobre o autor

Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


"Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.

error: CONTEÚDO PROTEGIDO

AJWS   ThemeGrill   Wordpress   Cloudflare   Wordfence   Wordfence