40 morreram em explosão na Suíça, diz Presidente: ‘É uma das piores tragédias que já tivemos’
Bar em estação de esqui de Crans-Montana pegou fogo após explosão na madrugada desta quinta (1º), durante uma festa de Réveillon. Outras 115 pessoas ficaram feridas, a maioria com gravidade.
Últimas atualizações em 02/01/2026 – 05:28 Por Redação GNI
O presidente da Suíça, Guy Parmelin, disse que a explosão em uma estação de esqui suíça nesta quinta-feira (1º) é “uma das piores tragédias que nosso país já conheceu”.
➡️ Na madrugada desta quinta, um bar na estação de esqui de Crans-Montana, no sudeste da Suíça, pegou fogo após uma explosão. Centenas de pessoas estavam no local, que fazia uma festa de Ano Novo (leia mais abaixo).
Segundo o chefe da polícia local, Frédérica Gisler, cerca de 40 pessoas morreram. As vítimas eram de quatro nacionalidades diferentes, disse Gisler durante entrevista coletiva nesta tarde ao lado de Parmelin.
Mais cedo, autoridades locais haviam dito que a tragédia deixou “dezenas de mortos”, sem dar um número exato, e mais de cem feridos, a maioria em estado de gravidade.
Na mesma entrevista, o governador regional, Mathias Reynard, afirmou haver dificuldade de contabilizar os mortos por conta do estado dos corpos — de acordo com relatos, o fogo se espalhou muito rápido pelo estabelecimento, impedindo que pessoas deixassem o local a tempo.
A promotora responsável pelo caso, Beatrice Pillout, afirmou também na entrevista coletiva das autoridades que a identificação dos corpos pode levar semanas.
A polícia ainda não sabe o que causou o incêndio. Pillout afirmou que há “várias hipóteses na mesa”, mas que as investigações ainda determinarão a causa exata. Turistas que estavam no bar levantaram a hipótese de que uma vela de aniversário acessa por uma funcionária do local perto do teto de madeira gerou as chamas (leia mais abaixo).
Questionados sobre suspeitos de iniciar o fogo, as autoridades afirmaram na entrevista que ninguém havia sido preso — a polícia diz achar que o fogo foi acidental e afirma não considerar a hipótese de um ataque ou de incêndio intencional por enquanto.
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