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Uma carta aberta em tom de desabafo

Ao Carlos Bolsonaro e toda à família Bolsonaro

Últimas atualizações em 02/12/2025 – 09:48 Por Redação GNI

Creio, no meu foro íntimo, que os contrários à vida, à saúde, às garantias individuais e à liberdade de crença no que lhes convier serão contrários a este texto, que eu chamaria de uma carta aberta em tom de desabafo.

Mas o que esperar daqueles que defendem bandidos, abortos, ideologias de gênero para bebês e corrupção?

Não podemos esperar nada desse povo que sequer possui neurônios, quanto mais coração, razão e sensibilidade. Não espero nada além de gritarias, xingamentos, ofensas e discursos de ódio travestidos de defesa das liberdades.

Por que estou fazendo essa introdução?

Acabo de ler, atônito, angustiado, amargurado e com profunda tristeza, outro desabafo de Carlos Bolsonaro sobre um novo episódio de intercorrência do presidente Jair Messias Bolsonaro.

Outro episódio no cárcere, e vale pontuar que se trata de uma prisão ilegal, injustificada, fabricada e encomendada pelos inimigos da vida.

Senti a dor do Carlos.

Fico pensando, e esse pensamento aponta para aquilo que sempre digo. Não sou inteligente o suficiente, como amigos e conhecidos repetem como uma ladainha interminável. Não sou, porque não consigo entender como um ser maquiavélico pode não se compadecer de um idoso nascido em mil novecentos e cinquenta e cinco, com comorbidades decorrentes de uma facada e de uma tentativa de assassinato, que é informado quase diariamente dos gravíssimos problemas de saúde, e mesmo assim não se comove e não o transfere para uma prisão domiciliar humanitária.

Não consigo entender. Ou será que entendo. Talvez esse maquiavélico seja desprovido de alma, desprovido de coração, incapaz de sentir remorso ou piedade, alguém que não sabe o que é amor, emoção e compaixão. Como pode ser casado?

Retrato de um psicopata?

Não acredito, porque até os psicopatas têm algum resquício de sentimento. Falo do próprio assassino dos infernos que veio para roubar a dignidade de um homem inocente, que veio matar um homem honrado e destruir uma família brasileira. Roubar, Matar e destruir.

Que Deus tenha misericórdia do presidente Bolsonaro e de sua família: Carlos, Flávio, Eduardo, Renan, Laurinha, Michelle, netos, amigos e familiares.

Que Deus tenha misericórdia do Brasil.

Léo Vilhena

Léo Vilhena | Editor-Chefe da Rede GNI

Sobre o autor

Léo Vilhena é fundador da Rede GNI e atua há mais de 25 anos como jornalista e repórter, com passagens por veículos como Jornal Unidade Cristã, Revista Magazine, Rede CBC, Rede Brasil e Rede CBN/MS. Recebeu o Prêmio de Jornalista Independente, em 2017, pela reportagem “Samu – Uma Família de Socorristas”, concedido pela União Brasileira de Profissionais de Imprensa. Também foi homenageado com Moções de Aplausos pelas Câmaras Municipais de Porto Murtinho, Curitiba e Campo Grande.

Foi o primeiro fotojornalista a registrar, na madrugada de 5 de novembro de 2008, a descoberta do corpo da menina Raquel Genofre, encontrado na Rodoferroviária de Curitiba — um caso que marcou a crônica policial brasileira.

Em 2018, cobriu o Congresso Nacional.

Pai de sete filhos e avô de três netas, aos 54 anos continua atuando como Editor-Chefe da Rede GNI e colunista do Direto ao Ponto, onde assina artigos de opinião com olhar crítico, humano e comprometido com a verdade.


"Os comentários constituem reflexões analíticas, sem objetivo de questionar as instituições democráticas. Fundamentam-se no direito à liberdade de expressão, assegurado pela Constituição Federal. A liberdade de expressão é um direito fundamental garantido pela Constituição Federal brasileira, em seu artigo 5º, inciso IV, que afirma que "é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato"


NOTA | Para ficar bem claro: utilizo a Inteligência Artificial em todos os meus textos apenas para corrigir eventuais erros de gramática, ortografia e pontuação.

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