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Investigação: Brasileiras presas injustamente serão indenizadas

Brasileiras presas injustamente após terem as malas trocadas vão ser indenizadas pela Alemanha

Kátyna Baía e Jeanne Paolini ficaram cerca de 40 dias detidas por suspeita de tráfico de drogas; valor a ser pago ainda será apurado

As brasileiras Kátyna Baía e Jeanne Paolini, prezas injustamente na Alemanha em 2023 após terem a mala trocada no aeroporto de Guarulhos, vão ser indenizadas pelo estado alemão de Hassen, conforme decisão da Justiça da Alemanha. A decisão saiu na última quinta-feira, 29. O valor à ser recebido pelas mulheres ainda será apurado, porém, como determina a lei. A indenização de 75 euros por dia de prisão injusta, o valor total para cada uma das brasileiras não deve ser inferior a 2.850 euros, o equivalente a mais de R$ 15 mil (na cotação atual). A investigação contra as brasileiras teve fim em dezembro do ano passado.

Kátyna Baía e Jeanne Paolini, casadas há 17 anos, tiveram a mala trocada no aeroporto de Guarulhos, quando embarcavam para Frankfurt.
Ao chegar no país europeu elas foram presas por suspeita de tráfico de drogas. O encarceramento durou quase 40 dias, entre março e abril, até uma determinação do Ministério Público, que analisou vídeos enviados por autoridades brasileiras que comprovavam a inocência de ambas, determinando a soltura. Em entrevista à Jovem Pan, na época, elas contaram os momentos difíceis que viveram durante a prisão e os efeitos que ainda exercem sobre suas vidas.

“Nós estamos fazendo tratamento com psiquiatra, médicos do sono, fazendo tratamento para dormir, passando por dificuldades físicas e mentais. Os 38 dias passaram, mas eles continuam repercutindo em nossas vidas. Nós sentimos que não temos a atenção da companhia aérea”, contaram.

Jovem Pan